Hipnose nada mais é do que o conjunto de comandos que uma pessoa recebe durante toda a vida, ou seja, as sugestões dadas por seus representantes familiares, orientadores espirituais e educadores. Quando alguém lhe diz, “faça isso que é bom”, e você aceita o comando, nada mais é do que uma sugestão hipnótica.
Expectativas
Muitos pacientes chegam ao consultório buscando algo sobrenatural, imaginando que o hipnotizador tenha poder sobre o hipnotizado e, inclusive, o de hipnotizá-lo, trata-se de um equivoco, pois quem hipnotiza não é o hipnotizador que, usando seu conhecimento científico, dará ao paciente as sugestões de relaxamento, que, uma vez aceitas pelo paciente, ele se auto-hipnotiza.
Toda hipnose é uma auto-hipnose – envolve desejo, vontade, entrega e confiança naquele que o conduzirá a um relaxamento agradável, em que o paciente vai caminhando serenamente no seu ritmo, mergulhando dentro de si, para descobrir as belezas e a sabedoria de seu inconsciente, tendo a certeza e a segurança de que todo aquele sofrimento terá fim.
Por que fazer hipnose?
O psicólogo hipnoterapeuta o ajudará a ressignificar as emoções e sentimentos negativos que ficaram guardados a sete chaves no baú do seu inconsciente. Por outro lado, se o paciente não desejar ou não for esclarecido antes do procedimento, poderá não aceitar as sugestões dadas, bloqueando todo o processo.
No transe hipnótico, a pessoa não fica inconsciente e, sim, mais perceptiva à aprendizagem e redecisão de seus problemas, não havendo risco de ir e não voltar, pois a pessoa numa regressão não vai a lugar nenhum, apenas acessa as lembranças vividas e guardadas na sua mente.
Conceitos:
Hipnotismo é uma ciência, uma arte e uma técnica.
Ciência – Como ciência tem seus princípios, metodologia, ética e
aplicabilidade.
Arte – Como arte se expressa por meio da
revelação do belo, do maravilhoso (assim como pintores ou músicos o fazem),
contido no psiquismo de cada um.
Técnica – A técnica consiste na habilidade de induzir uma pessoa ao estado
alterado da consciência, promovendo a cura de tensão, ansiedade, distúrbio
mental, comportamental e disfunções diversas.
1- Estado natural de consciência, diferente de estado de vigília.
2- Dicionário Aurélio: Estado
mental semelhante ao sono, provocado artificialmente. O indivíduo continua
capaz de obedecer às sugestões do hipnotizador.
3 – Estado de monoideísmo e de dupla consciência.
4 – Estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente
do paciente ficam mais receptivos a sugestão.
5 – Hipnose é um estado alterado de consciência, ou é um estado de
consciência no qual o conhecimento adquirido durante toda a vida e que,
automaticamente, torna-se disponível.
7 -“Hipnose abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio
de sugestões, mudanças no estado físico e mental, podendo produzir alterações
na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos
e na memória. (Milton Erickson)
8 –Hipnose é
um estreitamento de consciência, geralmente provocado artificialmente, que se
parece com o sono, porém dele se distingue fisiologicamente. (Sociedade
Brasileira de Hipnose.)
9 – Hipnose
nada mais é do que o conjunto de comandos que uma pessoa recebe durante toda a
vida, ou seja, as sugestões dadas por seus representantes familiares,
orientadores espirituais e educadores. Quando alguém lhe diz, “faça isso que é bom”, e você
aceita o comando, nada mais é do que uma sugestão hipnótica.
Muitos pacientes chegam ao consultório buscando algo sobrenatural,
imaginando que o hipnotizador tenha poder sobre o hipnotizado e, inclusive, o
de hipnotizá-lo, trata-se de um equivoco, pois quem hipnotiza não é o
hipnotizador que, usando seu conhecimento científico, dará ao paciente as
sugestões de relaxamento, que, uma vez aceitas pelo paciente, ele se
auto-hipnotiza. Toda hipnose é uma auto-hipnose, envolve desejo, vontade,
entrega e confiança naquele que o conduzirá a um gostoso relaxamento, em que o paciente vai caminhando serenamente no seu
ritmo, mergulhando dentro de si, para descobrir as belezas e a sabedoria de seu
inconsciente, tendo a certeza e a segurança de que todo aquele sofrimento terá
fim. O psicólogo hipnoterapeuta o ajudará a ressignificar as
emoções e sentimentos negativos que ficaram guardados a sete chaves no baú do
seu inconsciente. Por outro lado, se o paciente não desejar ou não
for esclarecido antes do procedimento, poderá não aceitar as sugestões dadas,
bloqueando todo o processo.
No transe hipnótico, a pessoa não fica inconsciente e, sim, mais
perceptiva à aprendizagem e redecisão de seus problemas, não havendo risco de
ir e não voltar, pois a pessoa numa regressão não vai a lugar nenhum, apenas
acessa as lembranças vividas e guardadas na sua mente.
Reinaldo Macedo de Beirigo – Psicólogo
Hipnose em estado Alfa – Alfaterapia.
NO NÍVEL ALFA, o cérebro vai de 8 a 13 ciclos por segundo, atingindo o
estágio de sonolência e consciência passiva, calma e tranquila. Neste nível,
aumenta-se o campo da inteligência, memória, criatividade, percepção e pode-se
fazer a regressão de memória com sucesso.
Nosso cérebro em estado de vigília está no nível BETA, indo de 21 a 60
ciclos por segundo.
NO NÍVEL TETA, vai de 4 a 7 ciclos por segundo, sendo o último nível
mental que se pode atingir em estado de consciência.
NÍVEL DELTA vai de 0,05 a 3,5 ciclos por segundo. Esse estágio já é de
sono profundo e a mente consciente não atua.
RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA REFERENTE AO USO DA HIPNOSE
NO TRABALHO DO PSICÓLOGO. RES. 13/2000
RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00 www.pol.gov.br
INDICAÇÃO DA HIPNOSE:
A hipnose, como técnica auxiliar ao trabalho do psicólogo em
psicoterapias, é bastante eficiente nos seguintes tratamentos:
Analgesias: anestesias, sangramentos, controle da dor em pacientes com
doenças crônicas e ou terminais, pré e pós- operatórios (quaisquer), pré e
pós-partos, câncer (na melhora da dor e da autoestima), rompimentos amorosos,
lutos, gastrites.
Vômitos: (gravídicos e outros), náuseas, pruridos (gravídicos e outros),
sialorréia (perda não intencional de
saliva pela cavidade oral).
Vícios: tabagismo, alcoolismo, drogadição, jogos, videogames e outros.
Depressão: tristeza, angústia, dor no peito, irritabilidade, sufoco,
desânimo, falta de prazer nas atividades laborativas, alimentar e de
descontração, falta de ânimo para sair da cama e de casa, pensamentos mórbidos
(tirar a própria vida).
Transtornos de ansiedade: estresse, (síndromes pós traumáticas, sangramento, chupar balas ou comer doces em
excesso e salivação), preparo para exames invasivos e durante sua realização,
tique nervoso, ansiedade, gagueira, anorexia nervosa, bulimia, compulsão
masturbatória, compulsão alimentar, compulsão em jogos e compras, obesidade sem
causa fisiológica, teimosia, TOC (transtorno obsessivo compulsivo), transtorno
do pânico, taquicardia (coração acelera pelo estado emocional).
Distúrbios de conduta: irritabilidade, desobediência, hábito de mentir
(mitomania), furtar ou roubar (cleptomania), perversão (sadismo e masoquismo) e
desvios relacionados.
Disfunções sexuais: ejaculação precoce, disfunção erétil, vaginismo,
frigidez e outras.
Afetividade: dificuldade em aceitar toques afetivos, desapego amoroso,
egoísmo, paixão, dificuldade em aceitar rompimentos amorosos, falta de sorte
nos relacionamentos amorosos, na perda de parentes e/ou amigos (luto).
Doenças crônicas: psoríase, doenças reumáticas, doenças autoimunes,
doenças psicossomáticas.
Distúrbio do sono: insônia, falar á noite (comportamento hipnagógico),
sonambulismo, medo de escuridão, sono agitado, enurese noturna, dormir de boca
aberta, ranger os dentes durante a noite (bruxismo) ou, durante o dia, morder a
língua.
Medos e fobias: medo de isolamento,
de dirigir, de falar em público, de hospitais e exames, de não dar conta
de algo; fobia de animais e insetos, fobia de avião, de lugares fechados, de
escuro, de mortos e outros.
Desbloqueio intelectual: motivação para estudar, concentração e atenção,
memória, condicionamento para concursos e avaliação, autoestima,
condicionamento do tripé da ansiedade na hora da prova (coração, respiração e
relaxamento físico), melhora na conversação de línguas estrangeiras, melhora do
rendimento escolar, combate do estresse do vestibulando, entrevista (evitar que
dê branco).
Hábitos e manias:
colocar o dedo no nariz, colocar a mão nos órgãos genitais (peotilomania),
arrancar os cabelos (tricotilomania), roer as unhas, perturbações autônomas,
tique de piscar o olho, fazer caretas, negativismo, usar chupetas, chupar o
dedo, atitudes viciosas com a mão ou o braço debaixo do rosto.